Marcas, o seu cliente está no celular!

celular_clienteNo início de abril de 2016 o IBGE divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) feita em 2014, mostrando que mais de 50% dos lares brasileiros têm acesso à internet. A pesquisa ainda mostrou que os smartphones ultrapassaram o computador como aparelhos preferidos para acessar a internet.

Até 2013, o posto de dispositivo queridinho dos brasileiros para acessar a rede era ocupado pelos computadores. Mas, em 2014, o jogo virou. Presentes em 76,6% das casas, esses aparelhos caíram para a segunda colocação. O número das que usam só celular ou tablet já superou a quantidade das que tinham só de PCs, 29,6 milhões das 36,8 milhões de casas conectadas dispõem de um telefone móvel para se conectar, o que representa 80,4% do total.

O IBGE indicou ainda que a quantidade de internautas chegou a 54,4% das pessoas com mais de 10 anos em 2014. São 95,4 milhões de brasileiros com acesso à internet.

Estes dados são de 2014, portanto, o número pode ter aumentado em 2015 e deve vir crescendo, até porque percebemos no dia a dia o aumento do número de celulares. Para quem já trabalha com marketing digital, também deve ter notado sem seus relatórios de mensuração de resultados o aumento do acesso via mobile em suas páginas no Facebook, por exemplo, que mostram esses dados.

Tanto a pesquisa, quanto as tendências de marketing digital apontam que os profissionais que atuam na área devem pensar em suas estratégias de comunicação e marketing para uma plataforma em que a audiência é móvel. Ele é um ambiente plural, rápido e dinâmico, onde as imagens precisam ser muito bem elaboradas e os textos objetivos, mas encantadores. Um detalhe importante é que o público é composto por muitos jovens, que são bem informados e possuem muita habilidade com o smartphone, sendo fáceis de serem encontrados pelas marcas, mas difíceis de seduzir. Um exemplo disso é o aplicativo Snapchat, muito usado pela geração Y e Z e é que já está sendo muito utilizado pelas marcas para dar o seu recado.

É preciso criar valor e falar de si mesmo com propriedade, falando de forma muito próxima do consumidor. Afinal, o celular é tão próximo fisicamente que deve ser sinônimo de facilidade para o consumidor e vitrine para as marcas se comunicarem.